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Arvorezinha: Mantido veto e comércio não abre nesta quarta-feira

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Reunião aconteceu nesta terça-feira, no auditório da Prefeitura Municipal
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Na expectativa de que o prefeito de Arvorezinha, Rogério Fachinetto autorizasse a abertura do comércio a partir de amanhã, especialmente depois da reunião dos prefeitos da Amvat, que por maioria decidiram autorizar a abertura de comércios em suas cidades, além dos considerados essenciais, a reunião, por fim,  por decisão da Administração, que disse estar priorizando informações técnicas de profissionais da saúde, nesse momento, manteve o decreto que estabelece a abertura somente de comércios e serviços considerados essenciais.

Após o encontro com  representante de parte do comércio de  prestadores de serviço, industria (Acisar/CDL), médicos do Hospital São João e equipe técnica das UBS do Município, o prefeito estará reunido com sua equipe e com profissionais da saúde, para tomar a decisão de um novo decreto, que será anunciado nos próximos dias. O decreto nº 2807, de 20 de março de 2020 continua em vigor, até que o próximo decreto seja publicado.

A decisão de manter o comércio fechado tem gerado muita divisão no comércio local. Muitos são favoráveis ao recolhimento, mas em outros casos, entendem que poderia abrir o comércio seguindo as recomendações e cuidados, especialmente aglomeração de pessoas nos ambientes.

A redação do Correio do Mate recebeu a ligação de um empresário da cidade, que pediu para não ser identificado, porque a finalidade não era se expor, mas mostrar a dificuldade. Disse que já demitiu um funcionário  e que se tiver que continuar com portas fechadas, pelo menos mais três perderão o emprego. “Não tenho como manter os custos mensais se não tenho vendas”, afirmou.

A presidente da Acisar/CDL, Ana Lígia Lasta Pinto, afirmou que a entidade foi à reunião com o intuito de propor a abertura do comércio seguindo as exigências de cuidados solicitadas, mas foram voto vencido diante das posições dos médicos da cidade, tanto do hospital quanto da UBS, e também do Ministério Público, que entendem que o decreto deve ser mantido como está, por motivos de segurança à saúde e combate à pandemia.

O prefeito deverá assinar um novo decreto, ainda sem uma data, onde colocará o prazo para o retorno da abertura do comércio, que segue contabilizando prejuízos financeiros. Mesmo que a defesa da vida esteja em primeiro lugar, não há como negar a preocupação dos empresários que temem pelo fechamento de suas empresas.

Com a chegada da Páscoa, um período que mesmo diante de toda a crise apresentada poderia auxiliar na entrada de recursos no comércio, com a manutenção das portas fechadas está comprometido.

 

Gemerson Rogerio Santos

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