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As verdades ocultas da pandemia e do caos

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Para a entrevistada, Professora Thaís Scalco Corazza, entrevistada da Live Bate Papo com o Correio do Mate, no dia 06 de abril, o Grupo Conservador de Tapera surgiu pela necessidade que as pessoas que comungavam de certos valores, de debater e propor ações para poderem explanar sobre o que é ser conservador e sobre a importância deste comportamento para a sociedade. Fazer com que as pessoas se reconheçam conservadoras, porque muitas são, mas estão amedrontadas. Ser conservador não é ser reacionário, nem atrasado. O que preza? Virtudes como honra, trabalho, honestidade, fazer as coisas com afinco, a família, o progresso.

O conservadorismo defende que para atingir o progresso não se precisa destruir o que já foi feito; “a partir do que já foi feito, se avança; para se chegar a um futuro de paz e prosperidade, não é preciso destruir. Essa é a ideia do conservadorismo”. A partir da definição dos objetivos e do conceito do grupo, a professora levanta uma questão com fundamentos ocultos aos olhos da grande maioria das pessoas: o Plano de Dominação, que está por ocorrer no mundo inteiro. Segundo ela, e com base nos preceitos deste plano, a sociedade está pronta para aceitar essa situação. “É como dizem: a sociedade está pronta para aceitar uma nova governança global, só precisamos da crise. Com tantos outros vírus não deu certo, com o Covid-19 deu. As pessoas foram trancafiadas em casa, a economia está sendo quebrada e chegou o momento de pedir uma salvação. Qualquer mínimo ofertado resolve.”

 

O que é o Plano de Dominação?

Conforme a professora, o plano de dominação é criado e implantado por poucas dezenas de famílias no mundo, que dominam todo o sistema financeiro mundial e as empresas de minérios. São essas famílias que estão por trás de cada estratégia em relação ao comportamento das pessoas diante da pandemia. Nada é por acaso. O lockdown não é por acaso, o medo não é por acaso. “Desde quando o medo tem que ser superior à liberdade?”, questiona. De acordo com a professora, reagir está cada vez mais difícil, porque o medo instaurado é grande, assim como as perseguições, revanches e afins.

Para ela, o pior lockdown instaurado é o mental, pois está deixando as pessoas desnorteadas, sem saber o que fazer. “As pessoas não conseguem mais estabelecer os nexos causais entre os fatos. E os decretos? É uma anarquia jurídica, e isso também foi plantado para provocar o caos. Não saber o que é certo, o que pode e o que não pode. Isso liquida o ser humano, porque o ser humano precisa de duas coisas essenciais: rotina e previsibilidade.”

Então, qual é o caminho? Conforme a professora, o caminho é a pressão. “Temos prefeitos e outras lideranças bem próximas para formar uma corrente de pressão que possa desconstituir o medo e colocar a liberdade acima dele. Uma liberdade, por exemplo, de cada um decidir o que é melhor pra si, se é sair ou ficar em casa, se é trabalhar presencial ou remoto, se é tomar vacina ou não. Isso é liberdade.”

Situação do presidente Bolsonaro nesse contexto

Bolsonaro é um ponto fora da curva. Não tem quadros, não tem pessoal. É até bem-intencionado, mas não existe uma estrutura intelectual que o ajude.

Depois da pandemia, o que está por vir

Depois da pandemia a pauta é ambientalista, que vai arrasar com os agronegócios. Os países vão precisar de dinheiro, e o que vão querer? A Amazônia! Nossos agricultores precisam saber que, em setembro deste ano, vai ocorrer a Cúpula dos Sistemas Alimentares. O que querem? Transformar a

maneira como o mundo produz, processa e distribui alimentos. Proteínas alternativas será uma das expressões chaves. O grupo dominador não quer mais que as pessoas comam carne. E onde está a fábrica dessas proteínas alternativas? Na China. A China segue seu objetivo de dominar o mundo, a mente e o modo de consumo das pessoas.

Igreja

Vejo que a Igreja se rendeu a esse plano. Por que nenhuma mesquita foi fechada? Por que outras igrejas não podem realizar celebrações? Se a igreja sempre “vendeu” que o sacramento é vital, porque não estão oferecendo o sacramento? Perguntas que precisam ser feitas e questionadas.

Verdades ensacadas

A professora relembra por quanto tempo o ovo e a banha foram os vilões da alimentação, para depois virem a ser considerados alimentos ricos em tal e tal particularidade. “Há quantos anos que a população convive com vírus? E tudo o que se conhece sobre o vírus foi colocado debaixo do tapete? Não se ouviu nenhum virologista durante a pandemia de coronavírus. Pequenos grupos que plantam e disseminam algumas verdades que depois caem por terra, e quem se priva? As pessoas. Temos que reagir!”, declara.

Por Lívia Maria Oselame

Jornal Correio do Mate

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