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Escolas Estaduais de 7 municípios estão sem aulas presenciais

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Escolas da região estão sem aulas presenciais por falta de funcionários, como na parte de higienização e até professores. Duas delas são de Lajeado: a escola de ensino fundamental, Carlos Fett Filho, que retornou no dia 7 e suspendeu nessa quarta, 12, por conta de um caso de Covid na equipe; e a Érico Veríssimo, do ensino médio, que ainda não retornou desde o início da pandemia por falta de funcionários.

O problema também ocorre por falta de professores. No caso da Monsenhor Seger, que atende 130 alunos do fundamental e médio em Travesseiro, as aulas ainda não foram retornadas por falta de professores. Uma profissional pediu redução de horas recentemente, e por isso a coordenação pedagógica espera que a nova contratação seja realizada até a próxima quarta-feira, mas não há garantias de data.

Também há registro de escolas sem aulas em Putinga, Arroio do Meio, Progresso, Marques de Souza e Cruzeiro do Sul. Já no caso do Colégio Estadual Ilópolis, as aulas ocorrem de forma escalonada por falta de espaço físico, visto a exigência do limite de 50% da capacidade de alunos por sala de aula. Dessa forma, metade dos alunos têm aulas presenciais em uma semana, quanto outros ficam em casa para ter aulas à distância.

O governo do RS publicou no dia 5 o decreto que estabelece as normas para as escolas retornarem. Mas falta contrapartida do poder público para que sejam cumpridas as exigências em todas as escolas.

Pais que não têm condições de colocar os filhos em escolas privadas lamentam a situação. Lúcia da Silva, de Progresso, entende que a filha sofre dificuldades na alfabetização por conta do período de afastamento das salas de aula. “A gente sabe que à distância não é a mesma coisa.”

Escolas privadas encontram soluções

Todas as escolas privadas da região retornaram às aulas presenciais. Mesmo sem espaço físico suficiente para atender ao limite de 50%, e diante da alta demanda, algumas escolas encontram soluções. É o caso do Colégio Gustavo Adolfo, que utiliza salas da Univates para garantir aos alunos o retorno seguro.

fonte: Agora no Vale

Andressa de Oliveira

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