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GUAPORÉ | Morador integra a Frente Parlamentar pela Tradição Gaúcha

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Lançada com objetivo de apresentar o potencial, fortalecer, valorizar e angariar recursos para o movimento tradicionalista no Rio Grande do Sul, a “Frente Parlamentar pela Tradição Gaúcha” conta com o instrutor de danças e suplente de vereador Ricardo Bordignon (PTB). O guaporense é um dos integrantes do grupo, formado por vereadores de diversos municípios. A coordenação está a cargo do conselheiro do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e legislador de Farroupilha, Tiago Ilha.
“Sou atuante há 25 anos no movimento tradicionalista gaúcho e sinto-me orgulhoso de fazer parte deste seleto grupo. Agradeço ao Tiago pelo convite e com certeza darei o melhor para ajudar as entidades”, afirmou.
Para Bordignon, o grupo espelhou-se na Frente Parlamentar Mista em Defesa da Tradição e Cultura Gaúcha, capitaneada pelo deputado federal Ronaldo Santini, que desde 2018 representa e luta pela valorização da cultura gaúcha na Capital Federal, Brasília. Agora a aproximação é perante aos Poderes Públicos Municipais que, com trabalho desenvolvido pelos integrantes da Frente “Parlamentar pela Tradição Gaúcha”, contarão com uma voz ativa entre entidades e coordenadorias, bem como para a captação de recursos de emendas parlamentares através da apresentação de projetos aos Deputados Federais e Senadores.
“Nossa cultura é riquíssima e temos ainda um grande potencial para explorar. Porém, precisamos nos valorizar e, acima de tudo, amar o Rio Grande do Sul. Não adianta sermos e nos apresentarmos como gaúcho só no mês de setembro. Somos desta terra e precisamos ter amor e respeito pela nossa tradição. A Frente Parlamentar, além de ser um elo direto como os Poderes Executivos, quer promover ações para o fortalecimento das entidades tradicionalistas”, disse Bordignon.
O movimento, conforme o guaporense, é apartidário e busca criar um diálogo aberto junto às autoridades para a manutenção e ampliação da cultura gaúcha nos municípios. Atualmente, as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) prejudicam a economia das entidades tradicionalistas e de uma gama de pessoas ligadas diretamente e indiretamente ao movimento.
“A pandemia afetou muito o tradicionalismo no Estado e fora dele. Os CTGs e Piquetes de Laçadores, que sobrevivem das receitas geradas por atividades festivas (almoços e jantas), culturais e campeiras (Rodeios e Festas Campeiras), estão com dificuldades financeiras para manter a estrutura básica. Precisamos encontrar alternativas para auxiliá-los e através de bons projetos temos a certeza que daremos a voltar por cima. Muitas pessoas dependem do tradicionalismo para o sustento da família. São narradores, freteiros de animais, comerciantes de pilchas e acessórios da cultura gaúcha, artistas, entre outros, que estão parados há mais de um ano”, salientou Bordignon.
O grupo, que tem como uma das prioridades a retomada do movimento iniciado em 2019 para tombar a cultura gaúcha como patrimônio imaterial do Brasil, conta com cerca de 50 vereadores, de cerca de 45 cidades gaúchas. Além de Bordignon, a região é representada por Gilberto Luis Artifon (PDT/Nova Bassano) e Marina Bertuol (PSD/Putinga).
Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
Andressa de Oliveira

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