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MAPA proíbe comercialização de vacinas contra febre aftosa no RS

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou, na última quinta-feira (30) a Instrução Normativa que determina a proibição de comercialização e de aplicação de doses da vacina contra a doença.

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Em mais uma etapa no processo de evolução do status sanitário do Rio Grande do Sul para zona livre de febre aftosa sem vacinação, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou, na última quinta-feira (30) a Instrução Normativa que determina a proibição de comercialização e de aplicação de doses da vacina contra a doença.

A medida é mais um passo fundamental para que em breve o Estado possa pleitear junto a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) a evolução do status sanitário, considerado por entidades, dentre elas a FETAG-RS, como uma oportunidade para que os produtos agropecuários gaúchos possam chegar a novos mercados.
Para o presidente da FETAG-RS, Carlos Joel da Silva, “a retirada da vacinação é importante, pois não podemos permitir que o Rio Grande do Sul seja o único Estado na Região Sul que não possua o status de livre de febre aftosa sem vacinação. No entanto, precisamos ter responsabilidade e seguir todas as orientações do MAPA e dos demais órgãos de saúde animal para garantir a qualidade e a sanidade de nossos rebanhos”.
O estado de Santa Catarina, atualmente, é o único no Brasil que possui o reconhecimento de zona livre de aftosa sem vacinação. O Paraná, já está em vias de obter a certificação, pois cumpriu a última etapa da imunização no segundo semestre de 2019 e já não vacinou em 2020.
Vale lembrar que a primeira etapa de vacinação de 2020 do Rio Grande do Sul foi antecipada para março e concluída no mês de abril. Em virtude da pandemia de Coronavírus que afetou o funcionamento de estabelecimentos públicos e privados, a FETAG-RS solicitou ao Governo do Estado o cancelamento de multas aplicadas aos agricultores e pecuaristas familiares. “As recomendações das autoridades era a de que as pessoas ficassem em casa. O criador não podia sair para comprar vacinas e os que saíram, em alguns municípios, não encontraram as doses nas agropecuárias para venda. Eles não podem ser penalizados. Pedimos o cancelamento de todas as multas e estamos aguardando posicionamento do secretário Covatti Filho”, completa Joel.

Foto: Fernando Dias / Seapdr

Fonte: Fetag RS

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Sandra Meotti

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