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Por falta de diesel, Argentina tem paralisação nacional de caminhoneiros

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Os caminhoneiros, liderados pelos sindicatos que representam a categoria, decidiram realizar uma paralisação nacional a partir desta quarta-feira (22), na Argentina. Eles protestam contra a falta de diesel e o aumento do preço do combustível no país. As manifestações começaram ontem em algumas regiões e agora tomaram proporções nacionais, com caminhoneiros bloqueando a estrada entre Buenos Aires e La Plata, impedindo o acesso à capital. Os manifestantes ocuparam as principais vias de acesso a grandes cidades da Argentina desde o início da manhã de hoje.

Segundo o jornal argentino La Nación, o ministro dos Transportes da capital, Jorge D’Onofrio, conversou com lideranças dos caminhoneiros para iniciar negociações entre as partes e em troca disso ficou acordada a liberação das vias. Apesar disso, Patricio Minutoli, representante dos manifestantes, disse à rádio Mitre que os caminhoneiros podem cortar os acessos a portos e cidades da Argentina para que os pleitos da classe cheguem até o presidente Alberto Fernández. Ele disse que são reivindicações “históricas”, e que a paralisação pode “desabastecer o país”. Em comunicado, o Sindicato Nacional de Transportadores e Empresas Ligadas da República Argentina afirmou que realizará a paralisação das atividades por tempo indeterminado, “com o objetivo de alterar as diligências que causaram prejuízo ao transporte”. Os caminhoneiros pedem ao governo que “estabeleça uma cláusula de gatilho para que as tarifas sejam proporcionais ao aumento do combustível e fiscalize o cumprimento do mesmo”.

O governo da Argentina anunciou na última semana um aumento de 12% no preço do diesel, elevando o valor por litro para 130 pesos (R$ 5,45) para o diesel comum. Porém, no contexto de escassez do combustível na Argentina, os preços praticados no interior são mais altos.

Em Províncias mais afastadas de Buenos Aires, o valor por litro do diesel chega a 190 pesos (quase R$ 8). O preço pode subir para 230 pesos (R$ 9,60), caso queiram transportar mais do que 200 litros por caminhão, por conta da escassez de combustível no país.

Fonte: Revista Oeste

Andressa de Oliveira

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